Muitas vezes o equipamento foi bem especificado, a tinta em pó é adquirida dos bons fabricantes, os funcionários foram treinados, mas, a performance obtida real, no dia a dia, é decepcionante e os refugos estão muito altos.
Isso ocorre muito mais do que se possa pensar.
O processo de pintura em pó parece simples e mesmo rudimentar à primeira vista, porém, ele esconde infinitas armadilhas e por conseqüência, infinitos custos.
Uma auditoria profissional e criteriosa pode apontar a maioria dos custos escondidos, colocando-os à mesa para que sejam eliminados com ações profissionais.
Na maioria das vezes as ações indicada pela auditoria não demandam nenhum investimento – exigem somente mudanças de atitudes e alguns procedimentos.
Uma área da pintura em pó onde a auditoria, e a implementação de suas indicações tem efeitos substanciais é no consumo global de energia da linha. Uma linha de pintura consome energia na forma de gás para a estufa de cura e tanques de pré-tratamento e energia elétrica, no acionamento de diversos motores e principalmente, do compressor de ar, item onde é muito fácil desperdiçar energia e conseqüentemente dinheiro.